sábado, 16 de abril de 2011
so tu e nunca eu.
estou a perder as forças, a vontade. preciso de ti, mesmo muito. mas
cada vez estas mais longe. estas preso no meu coração e tudo o que eu
quero e que te vás embora. estou farta de fazer esforços em vão. porque
cada dia que passa, mais eu gosto de ti. o meu plano esta a falhar e eu
estou no nível mais baixo. tu não percebes, nem tentas sequer perceber. o
meu coração, esta a partir-se aos bocadinhos, por tua causa. não me
sinto feliz, não me sinto segura, não me sinto amada, não me sinto bem
comigo mesma. ate a minha auto-estima foste capaz de me roubar. porque
me fazes tanto mal? que te fiz eu para me tratares desta maneira? eu não
te percebo. talvez, o teu grande mal, e que quando tens tudo,
desperdiças-o, usas e abusas. mas esqueces-te que deste lado, não esta
uma boneca para brincares, mas sim, uma pessoa com sentimentos. que
aprendeu a amar e ao mesmo tempo, aprendeu a sofrer e tudo aconteceu
contigo. sabes andré, as vezes ainda me custa a pronunciar o teu nome.
custa-me ver-te e estar ao teu lado. custa-me ate receber os teus
abraços de conforto. custa-me imaginar como um amor que dizias tão
verdadeiro e forte se estragou assim, do nada. não te cheguei andré? não
era suficientemente bonita, querida? não te dava a atenção que querias?
explica-me o que te fiz eu para me teres feito isto. sempre te fui
fiel, sempre. só tinha olhos para ti, eras para mim, o rapaz que mais
brilhava numa multidão. as vezes gostava de explicar o amor que sinto
por ti, mas não sou capaz. pois todas as palavras do mundo, toda a
imensidão que possa existir... nunca nada se vai comparar ao grande amor
que sinto por ti. quase podia jurar que eras meu para sempre. quase.
davas-me tudo. eras o rapaz perfeito para mim. aquele com que eu sonhava
todos os dias. e eu não te queria deixar escapar. mas fugis-te de mim.
ou então, fui eu que fugi de ti. cansei-me, percebes? não quero que
estragues mais a minha vida, porque a tens destruído aos bocadinhos.
tudo o que eu quero? construir tudo de novo, esquecer-te de vez, foste a
pior coisa que apareceu em toda a minha vida, foste a pessoa mais falsa
e mentirosa que conheci, foste mesmo a minha maior desilusão. nunca te
esqueças disso. tinhas tudo, eu podia ser tudo aquilo que quisesses,
hoje... hoje aprendi a ser falsa como tu e a jogar o teu jogo. e sabes
uma coisa? deste jogo quem vai sair a perder, és tu. e sabes porque?
porque vais acabar sozinho. tenho noção que te amei mesmo e dei todas as
cartas que tinha para este baralho, todas ate aquelas que não tinha,
arranjei maneira de as encontrar. e tu, que fizes-te? destruís-te todos
os meus sonhos, apoderaste-te de mim, brincas-te. e eu não te volto a
admitir isso. não a ti. se me desperdiças-te a mim, acredito que vais
desperdiçar muitas mais como eu. e com as tuas brincadeiras de puto sem
cabeça, não vais ter ninguém ao teu lado para te amparar as tuas quedas,
te segurar e te dizer que te ama, tal como eu sempre te fiz. não vais
ter ninguém por insistires em mostrar sempre esse teu lado arrogante,
príncipe sem sentimentos. lamento, mas:
perdeste-me para todo o sempre.
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