quarta-feira, 27 de abril de 2011
desabafo
contudo, não sou capaz de te odear. não sei, mas é algo natural que sai de mim sem eu ter que produzir muitos esforços. és como se fosses algo que eu não dispenso nem por um segundo. mas tu não me fazes bem. e o que não faz bem normalmente, não me faz falta. mas tu fazes. és o inverso de tudo. és parecido com uma sombra: se eu vou atráz de ti, tudo foges. se eu fugo, vens tu atráz de mim. o que se passa comigo afinal?! gosto de ti? não sei. preciso de ti? preciso. muito, cada vez mais. mas se o sentimento diminuiu, porque é que é que cada vez sinto mais que não te quero deixar fugir? porque é que quando estou contigo a discutir, me dá vontade de te abraçar, esquecer tudo e te beijar? sinceramente, não me percebo. tu defenitivamente, não és o rapaz perfeito, nem sequer lá perto andas. mas, não sei como, nem porquê, tornaste-te o essencial para eu conseguir viver. espero um dia ganhar coragem e te dizer adeus, para sempre. mais uma vez, sinto-me perdida
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